Autor Tópico: Rádio Placard - Porto: FM-Estéreo, 96.0/95.5 MHz  (Lida 3008 vezes)

Nuno Brito

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Re: Rádio Placard - Porto: FM-Estéreo, 96.0/95.5 MHz
« Responder #15 em: Maio 01, 2019, 09:34:53 pm »
A localização do emissor não confirmo nem desminto, mas acredito na palavra na palavra do 'pdf '
O que confirmo, com toda a certeza é que quando a rádio foi vendida à IURD, os estúdios eram, sim, na R. da Constituição, mas no nº 656, num edifício de escritórios.
Eu próprio, cheguei a visitar esses estúdios para participar num casting para admissão de novos locutores.

Nuno Brito

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Re: Rádio Placard - Porto: FM-Estéreo, 96.0/95.5 MHz
« Responder #16 em: Maio 01, 2019, 09:45:40 pm »
Quanto aos Emissores do Norte Reunidos, não tenho a noção exacta do que aconteceu nessa altura para poder responder ao 'AG', porque ainda não era nascido quando estes foram extintos. Só fazendo uma pesquisa aprofundada.
Sei que alguns dos colaboradores saídos desses emissores foram integrados na RR, EN e RCP.
E penso também que alguns desses emissores ( caso da Rádio Placard ) continuaram com produção independente, realizando programas que eram vendidos e depois emitidos nas rádios nacionais.
« Última modificação: Maio 01, 2019, 09:47:23 pm por Nuno Brito »

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Re: Rádio Placard - Porto: FM-Estéreo, 96.0/95.5 MHz
« Responder #17 em: Maio 02, 2019, 08:48:13 am »
A localização do emissor não confirmo nem desminto, mas acredito na palavra na palavra do 'pdf '
O que confirmo, com toda a certeza é que quando a rádio foi vendida à IURD, os estúdios eram, sim, na R. da Constituição, mas no nº 656, num edifício de escritórios.
Eu próprio, cheguei a visitar esses estúdios para participar num casting para admissão de novos locutores.

Era precisamente nesse prédio que se situava o emissor. O prédio do Geladinho e do Gato Preto, para quem é local e conhece. :)

Em tempos até teve uma bomba de gasolina...

Antônio Costa

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Re: Rádio Placard - Porto: FM-Estéreo, 96.0/95.5 MHz
« Responder #18 em: Maio 04, 2019, 09:32:40 am »
Bom dia. Infelizmente, não tenho tido a oportunidade de escrever no fórum, mas foi com agrado que li este post sobre alguns história da Rádio Placard mas há  algumas imprecisões,  acredito por desconhecimento ou confusão . A Placard originária nasceu na Rua de Santa Catarina, mais precisamente nas Galerias Atlantis e pode lá ficou até ser adquirida pela IURD, ou seja, pelas Galerias esteve mais de 10 anos. Só depois da aquisição se mudou para a Rua de Camões, embora já lá estivessem pouco tempo antes os escritórios da rádio. O emissor da Placard nasceu no terraço das Galerias e por lá ficou durante muito tempo. Aquando da mudança para a Rua de Camões, o emissor foi deslocado para o edifício do Gato Preto, aproveitando a antena da extinta Rádio Claquete, que por lá tinha ficado uma vez que nesse edifício coabitaram duas rádios piratas , a Claquete e a Activa no seu início. A Claquete tinha condições de excelência nesse edifício das bombas de gasolina. Com a legalização, a Claquete fechou por não ter ficado com alvará e a Activa mudou-se para Costa Cabral
Quanto á Placard, o malogrado Antônio Paulus, fez esse espaço de desporto mas também foi o dinamizador de um excelente programa da manhã, com o apoio dos cafés Bicafe, slogan do programa da manhã da Placard. Nunca houve transmissão em simultâneo do espaço Alvo da Om da Renascença e Placard mas sim um programa  semanal Alvo com apresentação do Jorge Peixoto e mais tarde o programa " Resenha Desportiva " que vinha da OM da Rádio Porto, mais tarde no FM da Rádio Comercial Norte. O Trindade Guedes não fez programa na Placard pois era o repórter de excelência de pista de rua da Bola Branca. Quanto ao Quadrante Norte, ele passou pela Placard mas sem o Gomes Amaro, saltando inclusive para a Rádio Festival sem o Gomes Amaro, sendo este ocupado por um outro relatador brasileiro, que tinha trabalhado na Rádio Cidade, quando está fazia relatos.  O Gomes Amaro nessa altura abandonou o Quadrante Norte para estar a relatar na Rádio Metropolitana, em Valongo, ex Prisma - Rio Tinto, mais tarde NFM Porto e Valongo. Resta referir que o Quarteirão do Marquês de Pombal era a zona do país na década de 80 com mais radios piratas por M2, a saber: Rádio Claquete, Rádio Activa, Rádio Clube Portuense, Rádio Delírio, Rádio Festival, Rádio Placard e Rádio Invicta
 tudo, entre Rua da Alegria, Constituição e Costa Cabral. Se fosse anexar mais um quarteirão, o Porto foi a cidade do país com mais radios piratas em apenas 5km2. Olhando para os dias de hoje, o Porto está morto. Nuno Brito, se gosta de rádio e se é do Porto, sempre pode contribuir para o renascer da Radio no Porto. Há hoje em dia três projectos de Radios On line, cada um no seu estilo com pernas para andar: Radio Portuense, Rádio Engenharia e Rádio Transforma, podendo associar cada um deles a uma espécie de ex piratas. A Rádio Transforma é constituída por ex elementos da Rádio Delírio, a melhor rádio pirata que o Porto teve, em termos técnicos. A Rádio Engenharia tenta recuperar o espírito da ex Rádio Universitária do Porto e a Portuense é um fenômeno nas redes sociais desde que se juntou ao Porto Canal, relatando o FCPorto, tendo actualmente mais de 60 000 seguidores no Facebook, sendo a Rádio do Porto com mais seguidores a seguir á Nova Era, tudo on line. É obra. Por aqui me fico. Espero que tenha contribuído para alguns discussão sobre o tema. Muita coisa há a contar dos meandros da Rádio no Porto, dos negócios obscuros, da partidarite ao actual marasmo no FM, embora com novidades em breve com a pseudo rádio de desporto e quem sabe, de novidades na Nova. Mas, olhe para o on line... é por lá que tudo poderá renascer.