Autor Tópico: O triste cenário do Grande Porto  (Lida 971 vezes)

pdnf

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Re: O triste cenário do Grande Porto
« Responder #15 em: Setembro 23, 2021, 11:51:22 pm »
A maior parte das rádios locais serve para quê?

Como estão hoje, nada, excetuando alguma coisa pouca no segmento senior. Daí a minha defesa do Modelo de rádios regionais e ser essa a minha grande discordância com o Zeca. Queria algo que fosse capaz de produzir um produto com uma qualidade de uma rádio Galega, pelo menos.


Os desdobramentos locais são ficticios pois a emissão é de Lisboa e não dos concelhos onde está o emissor.

Eu sei que são, com exceção da RECORD Porto. Por isso é que referi que não acrescenta valor, pese embora nos 105.8 tenha notado, nos últimos tempos, uma maior preocupação em abordar temas e notícias locais, o que mesmo sendo feito de Lisboa, é de louvar.

Quanto ao resto, um excelente resumo do panorama nas duas AM do qual se pode concluir facilmente que em Lisboa podem estar alguns concelhos sem rádio local mas a sua frequência é ocupada por rádios da região e por isso fica esbatida a sua falta, quer pela criação de empregos, quer pela emissão que as rádios produzem, pois destinam-se a esses concelhos também.
Na AMP as frequências perdidas são muitas, todas ocupadas por rádios da AML e não se compreende que em tempos de eleições autárquicas nunca tenha visto em debate a erosão dos órgãos de comunicação social locais, nomeadamente rádio. Acredito que a grande maioria dos autarcas desconheça que os seus concelhos tenham frequências de rádio e como elas estão a ser ocupadas. Os debates autárquicos na AMP foram efectuados pelo Porto Canal e JN. Em rádio, nenhum concelho do 1º anel da AMP foi debatido, porque não há rádio onde debater. È triste. 

Discordo que as rádios que ocupam as frequências locais da AML produzam para a AML. As nacionais informativas, pela proximidade política talvez algo, de resto, não vejo numa musical em que é que beneficie o concelho do alvará.

Quanto aos debates, isso resolvia-se facilmente, era obrigar a mudar a Lei Eleitoral e as Cidades e Megas desta vida terem de passar tempos de antena e realizarem debates. Mas isso a culpa é do legislador, que exclui as temáticas musicais, o que é errado. Mesmo em emissão nacional, não vinha mal ao mundo, nem às audiências, de passar um debate sobre Gondomar ou Sintra na Mega, ou de Amares na Cidade ou de Penalva do Castelo na M80. A culpa é do poder político e só deles.

radiokilledtheMTVstar

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Re: O triste cenário do Grande Porto
« Responder #16 em: Setembro 24, 2021, 11:51:42 am »
Grande discussão. Dá bem para ter a noção de como até a periferia de Lisboa sofre com o centralismo.
Não queria falar em política, mas conseguirmos perfeitamente estabelecer uma comparação com o fenómeno fantástico que está a acontecer nas nossas maravilhosas TVs, onde os candidatos às autárquicas parecem ser os líderes dos partidos tal é a cobertura que estes estão a ter...
Parece que tudo tem de ter uma escala nacional e as regiões não existem, nem a campanha de Lisboa teve tanta cobertura como normalmente.
Portanto, enquanto estivermos com esta mentalidade, não é apenas devido às dificuldades económicas que muitas locais poderão não resistir.

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« Última modificação: Setembro 24, 2021, 11:55:53 am por radiokilledtheMTVstar »

AG

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Re: O triste cenário do Grande Porto
« Responder #17 em: Setembro 24, 2021, 03:17:32 pm »
A pergunta que se impõe: será que o DAB+ por si só mudaria radicalmente o panorama radiofónico em Portugal? Será que por haver maior capacidade (espectro), haveria condições para se ter 5 rádios locais no Porto, 2 ou 3 em Matosinhos, mais 2 ou 3 em Gaia, mais umas tantas em Gondomar, na Maia, na Póvoa do Varzim, em Vila do Conde, na Trofa, Santo Tirso... Haveria mercado para dezenas de rádios locais no Grande Porto, a terem de comer do mesmo "bolo" (o bolo dos €€€ da publicidade)?

Ou o DAB+ serviria para, quem sabe, retransmitir a Rádio Amália, a Radar, a Oxigénio, a Marginal, a 105.4 (Cascais) ou a Popular FM?

Sejamos claros: em Portugal não há tecido económico que sustente dezenas de rádios locais a concorrer entre si na mesma região. Ou há empresários dispostos a financiarem directamente rádios, ou não há milagres quando as receitas publicitárias são escassas. Portugal podia ter o DAB+ da Noruega se também tivesse rádios a receber dinheiro da publicidade ao petróleo, ao gás natural e até ao bacalhau.
Na minha optica deveria no continente adoptar-se o princípio de uma rádio local para cada 100.000 habitantes, por regiões NUT2 (com um mínimo de 10)
Norte - 38
Lisboa - 28
Centro - 23
Alentejo - 10
Algarve - 10
Madeira - 10
Açores - 10

Por outro lado, às rádios da RDP, RR e MCR emitiriam para todo o país assim como a Observador, Radar, Marginal, e quem mais quisesse.
« Última modificação: Setembro 24, 2021, 03:23:43 pm por AG »

pdnf

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Re: O triste cenário do Grande Porto
« Responder #18 em: Setembro 24, 2021, 04:01:17 pm »
A pergunta que se impõe: será que o DAB+ por si só mudaria radicalmente o panorama radiofónico em Portugal? Será que por haver maior capacidade (espectro), haveria condições para se ter 5 rádios locais no Porto, 2 ou 3 em Matosinhos, mais 2 ou 3 em Gaia, mais umas tantas em Gondomar, na Maia, na Póvoa do Varzim, em Vila do Conde, na Trofa, Santo Tirso... Haveria mercado para dezenas de rádios locais no Grande Porto, a terem de comer do mesmo "bolo" (o bolo dos €€€ da publicidade)?

Ou o DAB+ serviria para, quem sabe, retransmitir a Rádio Amália, a Radar, a Oxigénio, a Marginal, a 105.4 (Cascais) ou a Popular FM?

Sejamos claros: em Portugal não há tecido económico que sustente dezenas de rádios locais a concorrer entre si na mesma região. Ou há empresários dispostos a financiarem directamente rádios, ou não há milagres quando as receitas publicitárias são escassas. Portugal podia ter o DAB+ da Noruega se também tivesse rádios a receber dinheiro da publicidade ao petróleo, ao gás natural e até ao bacalhau.
Na minha optica deveria no continente adoptar-se o princípio de uma rádio local para cada 100.000 habitantes, por regiões NUT2 (com um mínimo de 10)
Norte - 38
Lisboa - 28
Centro - 23
Alentejo - 10
Algarve - 10
Madeira - 10
Açores - 10

Por outro lado, às rádios da RDP, RR e MCR emitiriam para todo o país assim como a Observador, Radar, Marginal, e quem mais quisesse.

Por ordem de importância, diria que deveria existir cobertura nacional para a TSF e M80, seguido da MegaHits/Cidade FM, Smooth e Observador. Com o número de locais que sugeres, acho dificil haver espectro livre. Diria que dividira o Norte entre AMP (5), Minho (4)  e Trás-os-Montes (4), Beira Litoral (5), Beira Interior (4), Estremadura e Ribatejo (4), AML (6) para o Alentejo (4) e Algarve (2), sendo que não nos podemos esquecer que no interior e a Norte há a eterna questão espanhola de partilha de banda.

jcset

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Re: O triste cenário do Grande Porto
« Responder #19 em: Setembro 25, 2021, 01:48:13 am »
Desde quo este tópico foi criado, decidi dedicar algum tempo a pensar sobre a situação da rádio em Portugal. É indiscutível que a rádio feita a partir do Norte está moribunda e a precisar de ganhar outra implantação incluíndo nas seis redes nacionais e, por ordem de razão, na rede regional do norte. As próprias locais que resistem estão fracas, curiosamente melhores algumas que já ficam mais afastadas mas chegam ao centro da AMP e que vão salvando o panorama, como sejam a Norte as rádios de Guimarães, Famalicão e Braga ou, a sul, Ílhavo, Ovar e Sever do Vouga.

Não obstante, entendo que temos confundido duas temáticas que, embora possuam zonas de confluência ou com fronteira ténue, são distintas em si mesmas. Uma coisa é a decadêncida da rádio feita no Porto, outra é a canibalização de emissores locais por parte de estações que são pensadas com uma lógica nacional.

Atente-se nos seguintes mapas:



Distribuição dos Alvarás de rádio concelhios entre emissoras locais e nacionais na Área Metropolitana do Porto



Distribuição dos Alvarás de rádio concelhios entre emissoras locais e nacionais na Área Metropolitana de Lisboa

A Área Metropolitana do Porto é composta por 17 concelhos, dos quais 11 pertencem ao distrito do Porto e 6 ao distrito de Aveiro, possuindo ainda fronteira com municípios do distrito de Braga, com fortes ligações à cidade invicta.

Por sua vez, a área Metropolitana de Lisboa é composta por 18 municípios, divididos em igual número entre os distritos de Lisboa e Setúbal, sendo que ambas as capitais de distrito pertencem à região. Possuiu ainda fronteira com o distrito de Santarém pelo concelho de Benavente e com o distrito de Évora, pelo munícipio de Vendas Novas, devido à descontinuidade territorial que cria a caricata situação de, dentro da Área Metropolitana de Lisboa se estar já em pleno Alentejo. Os elementos identitários dos munícipios de fronteira são menos intensos do que o que ocorre na AMP, particularmente a Norte.

Em termos de alvarás de rádios locais, o concurso de 1989 atribuiu 33 aos municípios que hoje integram a AMP e 38 aos que compõem a AML. Em cada área metropolitana dois alvarás não se encontram em funcionamento (Porto, Espinho, Oeiras e Alcochete), o que dá um rácio de 1,83 rádios locais por município na AMP e de 2 na AML. Todavia, importa recordar que em ambas as regiões, existem dois municipios sem alvarás atribuídos, Odivelas e Trofa, em virtude da elevação a concelho de ambos os territórios ser posterior a 1989, contando ambos com foral de 19 de novembro de 1998.

Ao momento, em Portugal Continental existem 6 redes de rádio nacional, a saber: Antenas 1, 2 e 3 (RDP), Rádio Renascença e Renascença FM (R/Com) e Rádio Comercial (Media Captial Rádios).

Para além das referidas estações, existem ainda as seguintes rádios, que não emitindo para a totalidade do território nacional continental, abrangem uma parcela muito significativa da população nas suas áreas de cobertura e que detêm emissores nas áreas metropolitanas. Estas emissoras têm na sua programação uma vocação eminentemente nacional. As referidas são a TSF (detentora de alvará para a rede regional do norte), as quatro emissoras do grupo Media Capital Rádios, a M80 (detentora do alvará para a rede regional do sul), a Cidade FM, a Smooth FM e a Vodafone FM, a emissora jovem do grupo Renascença Multimédia, a MegaHits, a emissora para os PALOP da RDP, a África, as emissoras musicais do grupo Música no Coração, a MEO Sudoeste e a Super Bock Super Rock, a informativa Observador, a insolvente rádio Estádio e ainda as rádios religiosas Maria e Record, pertença da Igreja Católica e da "Igreja" Universal do Reino de Deus.

As referidas rádios, por forma a atingirem a sua vocação de rádios nacionais, foram forçadas a um crescimento que, fruto da limitação do especto em frequência modulada, se traduziu na aquisição de alvarás destinados a rádios locais, processo esse que foi acompanhado de alterações à Lei da Rádio na Assembleia da República que acomodassem essa possibilidade de crescimento.

Assim, à data de hoje, dos 31 alvarás ativos para rádios locais na Área Metropolitana do Porto, 15 deles estão afetos a rádios nacionais, uma percentagem de 48%. Dos referidos 15, apenas 4 emitem 8 durante 8 horas com RDS distitno da rede nacional (RECORD FM, Rádio Maria, Cidade FM de Vale de Cambra e M80 de Valongo), sendo que apenas na RECORD FM o desdobramento se traduz em programação emitida a partir da AMP e com interesse relevante para as populações locais.

Já no que concerne à Área Metropolitana de Lisboa, 17 dos 36 alvarás ativos emitem cadeias nacionais, numa percentagem muito equivalente à da AMP, 47%. Dos referidos 17, não existe nenhuma rádio que tenha horas de programação própria. Considerando que metade das frequências de rádios locais foram canibalizadas por emissoras de vocação nacional, é posta em causa a função destes alvarás, como meio de aproximação da população às forças vivas do concelho e de acesso à informação de âmbito concelhio. Esta situação torna-se particularmente evidente num momento de campanha eleitoral autárquica, onde a existência de alvarás locais é essencial à pressecução dos objetivos eleitorais de cada uma das forças políticas e a um esclarecimento cabal e informado da população. Tal materializa-se na inexistência de debates, entrevistas e tempos de antena para vários dos concelhos destas regiões.

Com exceção dos casos específicos de Odivelas e da Trofa, pelos motivos acima explicados, e de Alcochete por cessação do alvará, encontram-se privados de uma rádio concelhia os municípios de Matosinhos, Maia, Valongo, Gondomar e Vale de Cambra (5/16=31%) e de Lisboa, Amadora, Barreiro e Palmela (4/17=23%), o que compara de forma favorável com a Área Metropolitana do Porto.
Poder-se-á argumentar, com alguma propriedade, que as rádios locais dos municípios vizinhos, numa tentativa de captação de audiência dão resposta às lacunas de cobertura existentes nos municípios supracitados. Sendo tal verdade, importa recordar que o modelo português assenta na existência de rádios de âmbito concelhio e não distrital ou metropolitanas. Por outro lado, no caso particular da AML, por força da proximidade geográfica ao poder político, mas também da localização das redações e estúdios, as rádios de âmbito nacional cobrem de uma forma mais adequada a realidade concelhia do que o que acontece na Área Metropolitana do Porto, o que, por si só, se afigura como vantajoso. Por outro lado, e pese embora se tenha consciência de que a capital não dispõe de uma frequência verdadeiramente local, no anel urbano da AMP, composto pelos municípios do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Valongo e Gondomar, existem apenas 3 rádios locais, sendo duas delas temáticas musicais. Por seu turno, Lisboa compara com 11 rádios nos municípios fronteiriços, quer da margem norte, quer da margem sul, o que resulta numa situação muito menos prejudicial a sul do que a norte, não obstante ser igualmente objeto da preocupação.

Em suma, e em jeito de conclusão, importa ponderar devidamente sobre o modelo que deverá suceder ao implementado em 1989. É notório que as rádios concelhias não têm escala nem músculo financeiro para competir com os grandes grupos, que usam as frequências para a  do seu objetivo de expansão nos territórios mais populosos e com maior rentabilidade. A evolução para um modelo de rádios regionais, permitiria certamente eliminar uma grande parte dos problemas aqui elencados, aproveitando muito do know how que resulta das locais de maior qualidade hoje existentes.

Os desdobramentos locais são ficticios pois a emissão é de Lisboa e não dos concelhos onde está o emissor.
Quanto ao resto, um excelente resumo do panorama nas duas AM do qual se pode concluir facilmente que em Lisboa podem estar alguns concelhos sem rádio local mas a sua frequência é ocupada por rádios da região e por isso fica esbatida a sua falta, quer pela criação de empregos, quer pela emissão que as rádios produzem, pois destinam-se a esses concelhos também.
Na AMP as frequências perdidas são muitas, todas ocupadas por rádios da AML e não se compreende que em tempos de eleições autárquicas nunca tenha visto em debate a erosão dos órgãos de comunicação social locais, nomeadamente rádio. Acredito que a grande maioria dos autarcas desconheça que os seus concelhos tenham frequências de rádio e como elas estão a ser ocupadas. Os debates autárquicos na AMP foram efectuados pelo Porto Canal e JN. Em rádio, nenhum concelho do 1º anel da AMP foi debatido, porque não há rádio onde debater. È triste.


Grande Porto e Arredores:

Frequências alugadas/vendidas ou fora do projeto inicial:
- Nova Era 100.1MHz Paredes é uma frequência ocupada. (Ex. Rádio Terra Verde adquirida pelo Montez)
- Rádio Linear 88.6MHz Vila do Conde (Ex. 104.6MHz) é uma frequência ocupada (Adquirida pela Yurd/Record)
- Rádio Observador 88.1MHz S. João da Madeira é uma frequência ocupada. (Ex. Rádio Regional Sanjoanense adquirida pelo Observador)
- Record 95.5MHz Vila nova de Gaia (Ex. 102.1MHz) é uma frequência ocupada. (Ex. Rádio Rádio Minuto adquirida pela Yurd/Record)
- Rádio Observador 98.4MHz Vila do Conde é uma frequência ocupada. (Ex. Rádio Foz do Ave adquirida pelo Observador)
- Rádio Estádio 89.0MHz Póvoa de Varzim é uma frequência ocupada. (Ex Rádio Mar adquirida pelo projeto falhado "Rádio Estádio")
- Rádio 5 88.4MHz Espinho é uma frequência ocupada. (Ex. Rádio Costa Verde/XL adquirida pelo Grupo Canal 5)
- Sintonia 92.0MHz Santa Maria da Feira é uma frequência ocupada. (Ex. Rádio Águia Azul adquirida pela empresa Sintonia Feirense)
- .Rádio Cávado, Rádio Montemuro, Voz de Santo Tirso, Rádio Onda Viva, Rádio Paivense, NFM/Golo, Rádio Trofa/No Ar, Vodafone/Rádio Lidador, SBSR/Rádio Clube de Matosinhos, Smooth/Rádio Atlântico, Emissor Regional de Resende, M80/Rádio Moliceiro, Rádio Cidade/Rádio Cambra, Azemeis FM, Rádio Voz do Caima, Rádio Central do Vouga/Top FM, M80/Rádio Paralelo, Mega Hits/Rádio Prisma... 


Frequências ainda no projeto original:
94.8MHz Rádio Festival (Porto)
101.3MHz Rádio Nova Era (Vila Nova de Gaia)
103.6MHz Rádio Jornal (Paredes)
103.2MHz Rádio Regional de Arouca (Arouca)
104.7MHz Rádio Clube da Feira (Santa Maria da Feira)
98.7MHz Rádio Antena Vareira (Ovar)
93.1MHz Rádio Voz de Esmoriz (Esmoriz)
92.7MHz Rádio Era (Amarante)
98.9MHz Rádio Nova (Porto)
93.3MHz Rádio Marcoense (Marco de Canaveses)
92.2MHz Rádio Felgueiras (Felgueiras)
91.9MHz Rádio Barcelos (Barcelos)
91.8MHz Rádio Clube de Penafiel (Penafiel)
90.2MHz Rádio Voz da Ria (Estarreja)
98.1MHz Rádio Saldida (Murtosa)
Poucas mais no Porto e Arredores...
« Última modificação: Setembro 25, 2021, 01:57:18 am por jcset »

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Re: O triste cenário do Grande Porto
« Responder #20 em: Setembro 25, 2021, 01:16:36 pm »
No caso da Terra Verde penso a aquisição foi feita ainda numa fase pré-Montez, ainda no tempo Poças...

AG

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Re: O triste cenário do Grande Porto
« Responder #21 em: Setembro 25, 2021, 01:36:34 pm »
Pelas minhas contas em 318 rádios locais, 58 são "retransmissoras" de outras estações, regionais (M80 e TSF) ou locais. Incluo aqui por exemplo o caso da Rádio Nova Era de Paredes. Dá cerca de 19% de todas as licenças locais.